No jardim de oração,
Um homem sereno na penumbra,
Onde um sorriso não se vislumbra,
E não há dança nem se faz canção.
O que se vê neste jardim?
Um homem que está orando,
Olhos que vão lacrimejando,
Afasta este cálice de mim.
Do traidor o ósculo maldito,
Depois dele o julgamento,
Do povo vem o veredicto,
Que dê a ele um grande tormento,
Morrer na cruz nosso bendito,
Por amor tão puro e imenso.
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